Você, líder, está preparada para um novo comportamento?

Um dos temas mais debatidos nessa Nova Era – pós digital – é Liderança. Observa-se pontos críticos nos modelos de liderança atuais que envolvem líderes ainda centralizadores e egocêntricos, que possuem dificuldade em quebrar padrões antigos.




Neste novo momento, é taxativa a mudança de paradigmas e da presença de líderes cada vez mais humanizados e flexíveis.


O líder atual precisa ser um agente de transformação. Fazer as perguntas certas, fazer com que as pessoas deem o seu melhor.


Os novos tempos pedem lideranças mais empáticas, que entendam a equipa e incentivem as pessoas a olharem-se. Estimular o auto gerenciamento, incentivar o diálogo.


E aqui, sinalizo o grande desafio dos líderes: o autoconhecimento. Perceber as suas forças e as suas fraquezas. É um movimento de transformação interna frente a um novo momento de alta pressão de mudança do perfil dos líderes atuais. Só com o autoconhecimento que se consegue ser genuíno e construir relações empáticas. Os bons líderes têm o seu autoconhecimento forte e transmite conhecimento para a equipa.


É a transformação do mindset, ter sensibilidade para perceber que o mundo está a mudar, assim como o comportamento humano. Mais do que isso: ter equilíbrio emocional, pois acredite: ser workaholic é coisa do passado. As novas gerações buscam líderes inspiradores e, estes, prezam pela qualidade de vida.


A minha pergunta é: Você, líder, está preparada para este novo comportamento?

Segundo a pesquisa Empresas dos Sonhos 2019, realizada pela Accenture Brasil, uma cultura de confiança impacta diretamente na receita e na gestão das pessoas. E como engajar sem confiança? Lembrando que esta fragilidade interfere diretamente no índice de turnover (há muitos anos já não é o salário que mantém as pessoas nas empresas).


É importante entender também que há outros pontos críticos que impactam numa liderança assertiva, dentre elas, o envolvimento da média gerência que hoje encontra-se desengajada e desmotivada. Eles são imprescindíveis para a amplitude da visão estratégica por estarem numa linha intermediária entre a estratégia e o operacional.


Para além disso, segundo a OMS, mais de 264 milhões de pessoas devem sofrer de depressão por causa do trabalho e a estimativa é que há um impacto de 1 trilhão de dólares sobre a economia global por conta da perda da produtividade no trabalho.

Simon Sinek fala: “Feche o computador e olhe para as pessoas”. Envolvimento das pessoas chaves para discutir a gestão do futuro. Escuta ativa, dar espaço para as pessoas apresentarem as suas ideias.


Os novos tempos pedem por líderes conectores, colaborativos, incentivadores. Precisam apoiar e investir seu tempo em apoiar pessoas a desenvolverem as suas capacidades de superar os seus desafios individuais e dentro da empresa.


Meu convite é que analise a líder que deseja ser no futuro. Depois pense na líder que é hoje e se ele já é a formatação desse futuro que visualizou. A indicação é que construa um plano de auto desenvolvimento que lhe apoie a ser esse líder do futuro, seja a investir em melhorias das competências técnicas, mas principalmente, as competências qualitativas que lhe levarão a criar relações mais empáticas e produtivas.


E para concluir, vi essa frase a qual desconheço o autor: “Realmente o mundo é complexo e desafiador; se não trabalharmos juntos, não teremos a menor chance.”


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