Novas percepções da Liderança

Transformação executiva. É o que tenho como lema e noto que é o que a nova gestão e grandes executivos tem defendido. Pensar em novos modelos de gestão está diretamente ligado a pensar nos novos modelos de Liderança, afinal, empresas são feitas de pessoas.



Os líderes de alta performance, os que investem no seu autodesenvolvimento e tem adotado iniciativas que conectam o coletivo, têm buscado novas percepções para o seu papel como líder, principalmente pelas notáveis mudanças comportamentais das pessoas. Cada vez mais – e há dados estatísticos que demonstram isso – as pessoas buscam trabalhar em locais que possuem um propósito e alegam que o trabalho lhes traz significado.


Por conta disso, e por estarem antenado às tendências comportamentais, os executivos reconhecem a importância de quebrarem os silos para facilitar a colaboração entre as equipas, impulsionando a sinergia entre as pessoas.


Entretanto, ainda se percebe as dificuldades para fazer com que isso aconteça.

Um dos grandes desafios das empresas ainda são os relacionamentos verticais e os processos burocráticos.


As novas exigências dos consumidores impactam em um relacionamento horizontal dentro da empresa, de forma a tornar os processos mais ágeis e interativos. É preciso simplificar métodos, processos.


Para que isso seja possível, é preciso investir em ações em que os colaboradores saiam dos seus silos (das suas áreas) e interajam com outros colegas, o que impactará no aumento da capacidade de conhecimento, performance e, para além disso, na qualificação das vendas.


Segundo a Harvard Law School, “Empresas com maior colaboração entre as equipas conquistam maior fidelidade dos clientes e aumentam a margem de lucro.”

São tempos de novos modelos de liderança. A inovação depende cada vez mais da cooperação interdisciplinar.


Sem contar na necessidade da adaptação digital para transformar os negócios. E esta adaptação fala de pessoas e não de tecnologia que é apenas um meio.


Efeitos contínuos da globalização exigem líderes com maior capacidade de liderar estas interfaces. Tempos de líderes conectores. Ser colaborativo e incentivador. Ter equilíbrio emocional como uma das principais skills e estar motivado para engajar pessoas em prol de um objetivo comum.


E, para desconstruir os silos é preciso redesenhar a estrutura organizacional. Isso pode demandar novos processos, tempo, para além de ser complexo.


E como adotar novos modelos de liderança?


Os líderes precisam apoiar e investir seu tempo em apoiar as pessoas a desenvolverem capacidades de superar desafios a nível individual e dentro da empresa.


Um dos caminhos é investir em treinamento e suporte focados na interação entre as pessoas:

  • Desenvolva conectores culturais – Diagnostique aquelas pessoas que possuem capacidades de levar adiante a cultura organizacional e incentivar os demais da equipa;

  • Estimule as pessoas a fazerem as perguntas certas – Tempos de incentivar as ideias, em enxergar as falhas como parte do processo de inovação. Exercitar a escuta ativa e deixar que as opiniões e palpites sejam colocadas à mesa;

  • Incentive as pessoas a ver e pensar como o outro – Nada como tentar se colocar no lugar do outro e experienciar novos olhares. Grande estímulo para a criatividade;

  • Amplie a visão dos seus funcionários – Motive as pessoas a construírem os seus projetos, em colocar as suas ideias em prática.

Lembre-se: O futuro é construído por pessoas e, estas, impulsionam a tecnologia. Não espere que seja o contrário, pois ficará para trás com este pensamento.


Crie valor a longo prazo, torne o seu negócio sustentável ao longo do tempo. Estimule lideranças que conectam pessoas e ideias. Incentive a diversidade de conhecimento. Este é o novo momento.


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