Marca Pessoal é caminho e não fim

Um dos grandes desafios do momento para as empreendedoras, em especial para aquelas que são as próprias marcas do seu negócio, é desenvolver a sua marca pessoal.


E, antes de entrar especificamente no tema, queria partilhar a imagem abaixo disponibilizada pela Conquer, escola de negócios brasileira, e que traz as principais habilidades para os próximos anos.



Quais destas habilidades já possui? Quais está a desenvolver? Quais delas está longe de tê-las?


E o que isso tem a ver com desenvolvimento de marca pessoal? Absolutamente tudo! Basta só pensar em como queremos ter vantagens competitivas num mercado altamente competitivo.


Sou muito metafórica e penso que ajude muito – e minhas clientes agradecem – na aprendizagem sobre um determinado assunto que pode parecer complexo. Assim como empresas precisam saber quais são as suas vantagens competitivas, nós como empreendedoras individuais também precisamos conhecer as nossas. Ou seja, o que temos de diferente que levaria o cliente a escolher pelos nossos produtos e serviços?

Porque você e não uma outra profissional que, a primeira vista, oferta o mesmo negócio que o seu?


Para além disso, estamos em tempos dos profissionais Slashs. Este termo é familiar? Caso não, nada mais é do que aquelas pessoas que são multifacetadas, multifuncionais. Eu, por exemplo, sou mentora, professora e também dou palestras. Isto é ser Slash.

Conhecer nossas habilidades, saber o que podemos ofertar de diferente ao mercado são pontos imprescindíveis para o desenvolvimento da nossa marca pessoal. Pensa na seguinte pergunta: “O que eu posso oferecer hoje que atende tal necessidade atual?”


E tenha também atenção que estamos em tempos do Self Love, ou seja, as pessoas estão mais predispostas a valorizar aquilo que acrescenta valor na vida delas. Numa linguagem mais estratégica de negócios, estamos no momento do Customer Centricity, o cliente na centralidade do negócio, ou seja, o que o seu negócio personaliza para seu cliente. Pensa em como as marcas de grande valor, como Netflix, Spotify e marcas de vestuário, como a Amaro, por exemplo, se posicionam. Vemos, ouvimos e compramos à nossa medida, não é assim? Isso que representa o self love e o customer centricity.


Olhando para esta esfera, o que precisa desenvolver hoje como novas habilidades para posicionar a sua marca no mercado? Marca pessoal é lapidação ao longo do tempo, é uma constante olhadela para dentro de nós e para fora para encontrar o que pode ser um entrelace perfeito.

E aqui é que mora um vilão: as marcas malabaristas. Aquelas pessoas que vendem e falam de tudo. Um dia está a falar de dietas; no outro, de economia. Não há vendas que aconteçam se a sua audiência não entende o seu posicionamento.


Sem contar as marcas que não acompanham o fluxo do mercado e tornam-se fracas, desconexas com as necessidades das pessoas.


E aqui faço outra analogia: assim como empresas precisam adaptar as suas estratégias e modelos de negócio, marcas pessoais também adaptam-se ao longo do tempo. Caso contrário, morrem por não serem mais interessantes. Onde estão a Kodak, a Blockbuster? Onde estão os profissionais que não investiram nas suas carreiras? Tenho certeza de que sabe a resposta.


Desenvolver uma marca pessoal é adaptar-se ao tempo presente. E o que ajuda é entender a sua própria história. Visitar o passado, imaginar o seu futuro e construir no presente é o que apoia a percepção da sua marca pessoal.

Quando concluir a sua leitura, conheça a minha mentoria Minha Marca que desenvolvo todo o processo de marca pessoal junto com as minhas clientes. Clica aqui.


E é neste constante autoconhecimento (Sim! Esta palavra não é moda, ela é importantíssima no seu processo de marca pessoal) que, de tempos em tempos, reposicionará a sua marca, o famoso Rebranding que já deve ter ouvido falar imensas vezes.


E é um processo natural porque o que se faz hoje não necessariamente é o que fará amanhã. E as nossas marcas são o que nos representa. Ela acompanha as nossas mudanças de negócio ou carreira.

O que fazia antes que já não cabe mais? Os valores, a nossa personalidade nos acompanham, mas há coisas que são mutáveis ao longo da nossa história. E aqui, ajustamos o tom, a voz, o como queremos nos comunicar, a identidade da nossa marca, agregamos valor ao nosso leque de diferenciais porque conhecemos cada vez mais sobre a nossa persona e o que acreditamos como propósito.


Pergunte-se sobre o que quer para o seu negócio, para o seu papel como empreendedora. Qual a transformação que proporciona para as pessoas.


Faça a gestão da sua marca pessoal, o seu personal branding, que é um processo contínuo.


As melhores ideias, as melhores decisões acontecem durante a caminhada. Então, não espere para desenvolver a sua marca pessoal. Trace uma rota, escolha um projeto para começar e delicie-se com o que moldará ao longo da jornada.


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